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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

# Convite ao perdão

Francisco Cândido Xavier foi um homem que viveu semeando  a palavra do Cristo. Através das suas atitudes, pregou a paz e ensinou a caridade. Sua vida foi um exemplo de conduta cristã.
Médium, viveu por noventa e dois anos, foi desprezado por muitos e durante sua vida sofreu ofensas e insultos, tendo passado imune a tudo.
Em uma de suas muitas frases que ficaram registradas, ele disse:
Graças a Deus, não me lembro de ter revidado a menor ofensa que sofri, certamente objetivando, todas elas, o meu aprendizado. E não me recordo de que tenha, conscientemente, magoado a quem quer que fosse.
Esta frase nos faz refletir sobre a forma como agimos diante das ofensas que sofremos. No cotidiano, nos deparamos com situações que põem à prova a nossa conduta.
São os olhares de desprezo ou de inveja. As palavras que ferem, humilham, magoam. As indelicadezas e os gestos que perturbam e ofendem.
São também as atitudes contínuas de omissão, de abandono dos deveres, ou de opressão, que acontecem entre irmãos, casais, pais e filhos, que vão se somando e se transformando em imensas mágoas.
É comum vermos famílias desestruturadas pelo cultivo da raiva, do rancor e da indelicadeza. Enfim, vemos com frequência, relações se esvaindo pela ausência do perdão.
Seja qual for a gravidade do ato infeliz que nos atinja, enxerguemos o outro, que nos fere e magoa, como alguém que pode estar enfermo e precisando de ajuda.
E como escolhemos agir diante de quem nos ofende?
Quando procedemos da mesma forma que o outro, entrando na sua sintonia, revidando, seja com palavras ou com atitudes, estaremos deixando que o outro dite a nossa conduta.
Estaremos nos equiparando àquele que cometeu o gesto desequilibrado.
É certo que ficamos tristes quando alguém nos ofende, mas o que deveria mesmo nos entristecer, é quando somos nós os ofensores.
Trabalhar o perdão ao próximo, assim como o autoperdão, é um exercício diário que podemos nos propor. Todos nós somos capazes de perdoar.
Não nos esqueçamos de que, por diversas vezes, nós é que desejamos ser perdoados.
Temos que começar relevando e perdoando as leves ofensas, para que estejamos preparados, quando nos depararmos com situações mais delicadas que nos exijam essa virtude.
Perdoar também é doar. Ao perdoar estaremos doando   entendimento,  paciência, compreensão e o amor que purifica. O esquecimento das ofensas é próprio da  alma elevada.
Mas o perdão não é o esquecimento do fato. Por vezes, torna-se difícil eliminar da memória uma atitude que tenha nos ferido.
Perdoar é cessar de ter raiva, é deixar de nutrir em nós o ressentimento pela pessoa que nos causou a dor ou o gesto infeliz que nos atingiu.
Perdoar acalma, liberta, traz paz e harmonia às nossas vidas.
O verdadeiro perdão é aquele que vem do coração e não dos lábios.
Façamo-nos hoje o convite para que deixemos que o perdão triunfe sobre a mágoa e o ressentimento.

Redação do Momento Espírita.
Em 03.06.2011.

#"Constelação Familiar" | Divaldo Franco

#Encontro com Divaldo - O perdão

# Perdão necessário

O perdão é uma necessidade na vida de qualquer pessoa.
Trata-se de um recurso que auxilia a seguir em paz a caminhada.
A existência humana é cheia de percalços e decepções.
A disparidade das personalidades causa pequenos e grandes atritos.
Mesmo criaturas boas e honradas, às vezes, magoam os semelhantes.
A própria dinâmica do mundo moderno dificulta que se dê a atenção devida às expectativas e aos sentimentos dos outros.
Quem se permite acumular mágoas torna-se infeliz.
Sempre há algo de ruim a ser recordado.
Pode ser uma indelicadeza, uma falta de atenção ou uma palavra mal colocada.
O homem que se dedica a procurar defeitos e ofensas certamente as encontra.
Entretanto, a mesma pessoa que ofendeu, talvez sem querer, também auxiliou inúmeras vezes.
É uma questão de escolher o que se deseja valorizar.
O que é mais importante?
Inúmeras gentilezas ou uma expressão grosseira?
A discrição de uma vida inteira ou uma palavra indiscreta, lançada por descuido?
A atitude generosa habitual ou um ato egoísta?
Muitas amizades são perdidas porque alguém se afirma traído.
Frequentemente essa traição nem é de grande monta.
Trata-se antes de um momento infeliz, do que de algo premeditado.
A respeito, vale lembrar a passagem evangélica em que Jesus é instado a manifestar-se sobre a mulher adúltera.
Contrariando a expectativa geral, o Mestre afirmou:
Aquele que estiver sem pecado atire a primeira pedra.
A lição é que não pode julgar aquele cuja consciência não seja pura.
Entretanto, as pessoas puras não se animam a julgar ninguém.
No episódio bíblico, Jesus limitou-se a recomendar que a pobre mulher não mais pecasse.
É importante ter em mente essa salutar lição.
Quem na Terra possui a consciência totalmente ilibada?
Para condenar um ato egoísta no próximo, é necessário ter sido sempre generoso.
Entretanto, a própria reprovação de um pequeno deslize já indica falta de generosidade.
Para se melindrar longamente com um comentário maldoso, impõe-se nunca ter falado mal de ninguém.
Quem remói a indiscrição de que foi alvo sinaliza ter sido sempre estritamente discreto.
Caso contrário, trata-se de um hipócrita, que faz o que reprova nos outros.
Na convivência social e familiar, é preciso lembrar que os seres humanos são imperfeitos.
Melhoram-se gradualmente com o passar do tempo e as experiências.
Para não se converter em uma criatura rancorosa e infeliz, o perdão é uma necessidade.
Mesmo quando somos alvo de alguma atitude realmente baixa ou cruel, persiste a necessidade de perdoar.
Somos todos Espíritos muito antigos, com inúmeras reencarnações.
Nesse gigantesco caminhar, nem sempre fomos felizes em nossos atos.
Muitas vezes erramos, mas aprendemos com a experiência e seguimos em frente.
Consequentemente, não nos permitimos mais certas baixezas, que nos chocam.
Contudo, em nosso passado, algumas situações clamam por corrigenda.
Se alguma grande dor nos atinge, não nos revoltemos contra quem é apenas o seu agente.
A causa reside em nossa consciência em desarmonia com as Leis Divinas, em nossa necessidade de experienciar certas decepções.
Perante situações inelutáveis e chocantes, não revidemos.
A capacidade de perdoar propicia libertação do passado e candidata a experiências mais felizes.
Em face dos equívocos alheios, é preciso perdoar, silenciar e esperar o tempo.

Redação do Momento Espírita.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 6, ed. FEP.
Em 9.1.2014
.

#Perdoar é libertar-se

 Se alguém lhe atirasse uma pedra, o que você faria com ela?
Você a ajuntaria e guardaria para atirar no seu agressor em momento oportuno  ou a jogaria fora?
Trataria dos ferimentos e esqueceria a pedra no lugar em que ela caiu?
Se você respondeu que a guardaria para devolver em momento oportuno, então pense em como essa pedra irá atrapalhar você durante a caminhada.
Vamos supor que você a guarde no bolso da camisa, onde fique bem fácil pegá-la quando for preciso.
Agora imagine como essa pedra lhe causará bastante desconforto.
Primeiro, porque será um peso morto a lhe dificultar a caminhada exigindo maior esforço para mantê-la no lugar.
Segundo, porque cada vez que você for abraçar alguém, ambos sentirão aquele objeto estranho a machucar o peito.
Terceiro, porque se você ganhar uma flor, por exemplo, não poderá colocá-la no bolso já que ele estará ocupado com aquele peso inútil.
Em quarto lugar, o seu agressor poderá desaparecer da sua vida e você nunca mais voltar a encontrá-lo e, nesse caso, terá carregado a pedra inutilmente.
Fazendo agora uma comparação com uma ofensa qualquer que você venha a receber, podemos seguir o mesmo raciocínio.
Se você guardar a ofensa para revidar em momento oportuno, pense em como será um peso inútil a sobrecarregar você.
Pense em quanto tempo perderá mentalizando o seu agressor e imaginando planos para vingar-se.
Pondere sobre quantas vezes você deixará de sorrir para alguém, pensando em como devolverá a ofensa.
E se você insistir em alimentar a ideia de revide, com o passar do tempo se tornará uma pessoa amarga e infeliz, pois esse ácido guardado em sua intimidade apagará o seu brilho e a sua vitalidade.
Mas se você pensa diferente e quando recebe uma pedrada trata dos ferimentos e joga a pedra fora, perceberá que essa é uma decisão inteligente, pois agirá da mesma forma quando receber outra ofensa qualquer.
Quem desculpa seu agressor é verdadeiramente uma pessoa livre, pois perdoar é libertar-se.
Ademais, quem procura a vingança se iguala ao seu agressor e perde toda razão mesmo que esteja certo.
Somente pode considerar-se diferente quem age de forma diferente e não aquele que deseja fazer justiça com as próprias mãos.
Em casos de agressões que mereçam providências, devemos buscar o apoio da justiça e deixar a cargo desta os devidos recursos.
Todavia, vale ressaltar que perdoar não é apenas esquecer temporariamente as ofensas, é limpar o coração de qualquer sentimento de vingança ou de mágoa.
*   *   *
A pedra bruta perdoa as mãos que a ferem, transformando-se em estátua valiosa.
O grão de trigo perdoa o agricultor que o atira ao solo, multiplicando-se em muitos grãos que, esmagados, enriquecem a mesa.
O ferro deixa-se dobrar sob altas temperaturas e perdoa os que o modelam, construindo segurança e conforto.
Perdoar, portanto, é impositivo para toda hora e todo instante, pois o perdão verdadeiro é como uma luz arremessada na direção da vida e que voltará sempre à fonte de onde saiu.
Pense nisso!

Redação do Momento Espírita com pensamentos extraídos
 do verbete Perdão, do livro Repositório de sabedoria,  v. II, 
pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de
 Divaldo Pereira Franco, ed. Leal
Em 03.09.2010

# Exercício do perdão

Certa vez, perguntaram a um filósofo se Deus perdoa. Após refletir um tanto, ele respondeu com outro questionamento: Para perdoar é necessário sentir-se ofendido?
De pronto o interlocutor respondeu: Sim. Se não há ofensa, como haveria perdão?
O filósofo então, calmamente respondeu: Logo, Deus não perdoa!
Embora a resposta nos pareça estranha, traz em si reflexões de grande monta.
A primeira delas é a de que muito melhor que perdoar, é não se sentir ofendido. E para isso, é necessário que a indulgência esteja em nossa mente, que a benevolência esteja em nossas ações.
Porém, quem já não se sentiu ofendido? Ainda trazemos muitas dificuldades na alma. O orgulho, a vaidade, a pretensão, todos reunidos na alma, nos fazem criaturas com grande dificuldade em não se ofender.
Às vezes, o ofensor nem percebe que nos magoou, quando acontece de não conseguir avaliar as nossas limitações emocionais. Outras tantas, percebe, tenta remediar, mas o mal já está feito... A ofensa já nos atingiu.
Assim, se ainda nos ofendemos, devemos aprender a perdoar. Porque será o perdão que conseguirá tirar a nódoa da ofensa dos tecidos de nossa alma.
Se a ofensa nos pesa no coração, atormenta a alma e perturba a mente, o perdão nos fará leves novamente, tranquilizando a alma e sossegando a mente.
Dessa forma, todo esforço para perdoar deve ser levado em conta, sem economia de nossas capacidades emocionais e racionais.
É claro que o perdão não se instaura imediatamente, e ainda, quanto mais magoados e ofendidos, maior a intensidade das dores. Talvez, mais esforço nos seja demandado.
Assim, comecemos o exercício do perdão assumindo que a raiva, a mágoa, a ofensa existem em nosso coração. Enquanto fingirmos que perdoamos, apenas pelos lábios, sem passar pelo coração, nada acontecerá.
Em seguida, busquemos compreender a atitude do outro, daquele que nos ofendeu. Talvez tenha sido um mau dia para ele. Ou esteja passando por uma fase difícil. Ou ainda, talvez ele mesmo seja uma pessoa com grandes feridas na alma. Por isso, mostra-se tão agressivo.
Após compreender, exercitemos pequenos passos de aproximação. Primeiramente, suportemo-lo, enfrentando os sentimentos ruins que poderão brotar em nossa alma, nesse primeiro instante. Mas, persistamos na convivência, por alguns instantes que seja.
Em seguida, demos espaço para a tolerância, ensaiando os primeiros passos do relacionamento, mesmo que distante e ainda um tanto frio.
Em seguida, estreitemos um pouco mais o relacionamento, através da cordialidade e do coleguismo.
Não tardará para que sejamos capazes de retomar a fraternidade e administrar o ocorrido, em nossa intimidade.
Afinal, o perdão exige o esquecimento.  Porém, não esqueceremos o fato, aquilo que nos causou a mágoa, já que isso se mostra quase impossível.
O esquecimento que o perdão provoca é o da mágoa, da ofensa. Quando pudermos olhar nos olhos daquele que nos magoou, com tranquilidade e paz no coração, aí estará implantado em nossa alma, o perdão.

Redação do Momento Espírita
Em 05.05.2011.

#Rossandro Klinjey - O Que é Perdão?

#O sentido do perdão

#O PERDAO _ Estudo Espirita

# Dando a volta por cima


Havia tristeza nos olhos de Eva. Ela adentrou a casa da amiga e chorou, sentada na cozinha.
Entre um gole de chá e lágrimas, contou que seu filho David havia telefonado naquela manhã.
Era véspera do Ano Novo. Eva e o marido estavam programados, como todos os anos, para visitar no dia 10 de janeiro, o filho e a nora.
Mas o telefonema fora para pedir justamente que eles não fossem.
David e a esposa diziam precisar descansar, se recuperar do período de festas e pediam para não serem visitados. Precisavam respirar.
Eva não se conformava:
Que história era aquela de que precisavam se recuperar para receber pai e mãe? Respirar? Isso queria dizer que ela e o marido eram um estorvo, um incômodo quando visitavam o filho?
E o que aborrecia ainda mais era pensar no seu marido. Ele desligara o telefone, e fora para seu quarto sem dizer palavra. Estava arrasado.
A amiga a ouviu. Serviu mais um chá e aconselhou: Amanhã, quando você telefonar para ele, diga que você ficou decepcionada e triste.
Eva se espantou: Quem disse que eu vou ligar? Ele se quiser que telefone. Sabe o número do nosso telefone.
Havia doçura na voz da amiga. Também ponderação e carinho quando voltou a aconselhar:
Eva, você não vai deixar de amar o seu filho porque ele a magoou. Você é mãe.
E, além do que, pense que nenhuma de nós está ficando mais jovem. Não percebe como o tempo escorrega por nossas mãos?
Que importa de quem é a vez ou o dever de telefonar? Se fôssemos viver 400 anos, talvez nos pudéssemos dar ao luxo de esperar que o outro telefone. Mas, do jeito que as coisas são...
Eva foi se acalmando. E, por fim, concordou em que o melhor era dar a volta por cima.
Além do que, finalizou, eu não suportaria não falar com meu David no Ano Novo.
E um grande abraço selou uma vez mais a amizade das duas almas.
*   *   *
Seria muito saudável se, ante crises familiares, pudéssemos contar com pessoas assim amigas. Pessoas que nos recordassem que a vida é breve, que tudo passa.
Passa a alegria, passam as tristezas.
Seria bom ter amigos que nos lembrassem que a vida é muito curta para se desperdiçar em mágoas e picuinhas.
Hoje se está aqui, amanhã podemos não nos encontrar mais. E o que fica, com o vazio da ausência, é um grande remorso que corrói e destrói.
Por que não pedi desculpas? Por que não perdoei? Por quê...?
Não percamos as horas de ser felizes porque alguém foi infeliz em uma frase. Ou indelicado em suas expressões.
Ou ingrato, ou mau.
Sejamos sempre aquele que perdoa, acolhe, abraça. Com essa atitude, com certeza, quebraremos resistências, criaremos clima de harmonia e seremos felizes.
Porque ser feliz é ter consciência de que não demos causa a distanciamentos familiares, nem colocamos nuvens escuras nos relacionamentos.
Ser feliz é viver cada dia, todos os dias, semeando afeições, entendimento, estreitando laços.
Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 17 do livro 
A doçura do mundo, de Thrity Umrigar, ed. Nova Fronteira.
Em 07.11.2008.

#�� Dra. Anete Guimarães - A importância de ocupar se e jamais preocupar se

Melhor palestra de Haroldo Dutra dias de todos os tempos! Vale a pena as...

terça-feira, 21 de novembro de 2017

?? Cantata de Natal - Federação Espírita do Estado do Espírito Santo

A Federação Espírita do Estado do Espírito Santo realizará a Cantata de Natal no dia 16 de dezembro, das 18h às 20h, com apresentação de diversos corais espíritas. O evento ocorrerá na Fraternidade Espírita Laranjeiras (Serra/ES). Informe-se: www.feees.org.br

Sociedade Espírita de Baltimore -

E-Books - http://www.ssbaltimore.org/e-books.html

http://www.ssbaltimore.org/spiritist_centers.html

http://www.ssbaltimore.org/spiritist_centers.html

?? Allan Kardec

"DEUS  É A INTELIGENCIA SUPREMA, CAUSA PRIMÁRIA DE TODAS AS COISAS."

Allan Kardec - LE

Questão 1 - DEUS E O INFINITO.

?? Chico Xavier

"Se Jesus recomendou amar os inimigos, imaginemos com que imenso amor nos compete  amar aqueles que nos oferece o coração."

Livro Sinal Verde
André Luiz

?? Chico Xavier

"O perdão em qualquer tempo, é sempre um traço de luz conduzindo a nossa vida à comunhão com Jesus."

Meimei

?? Chico Xavier

"O tempo é ouro, mas o serviço é luz."

André Luiz

?? Chico Xavier

"Somos sempre espelhos mentais uns dos outros.
Acende a luz da alegria no próprio olhar e traçarás sorrisos no semblante dos companheiros que, então, se mostram estimulados a servir e vencer as mais graves crises."

Emmanuel

?? Chico Xavier

"Se te encontras nas ondas pesadas da desarmonia conjugal, evoluindo para o divorcio ou qualquer outra espécie de separação não menospreze buscar alguma ilha de silêncio afim de pensar."

Emmanuel

?? Chico Xavier!

"Quanto mais auxiliares aos outros, mais amplo auxilio reebereis da vida mais alta"

Chico Xavier

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Vídeo - 37:04 minutos - OS SINAIS DE VIDAS PASSADAS Divaldo Franco

?? Departamento de Saúde Mental

http://www.amebrasil.org.br/2017/departamento-de-saude-mental-da-ame-brasil

?? Saude Mental

A mediunidade é um agente de moléstias mentais? Essa indagação foi dirigida ao psiquiatra espírita Alexander Moreira de Almeida (1),   que explicou o seguinte – “a prevalência de problemas psiquiátricos entre os médiuns é menor que o encontrado na população geral. Os medianeiros são mais saudáveis, apesar de terem muitas vivências alucinatórias e de influência que normalmente são consideradas como sintomas clássicos de esquizofrenia.” (2)
No ano de 1911, Eugen Bleuer criou o termo “esquizofrenia” para designar um desconcerto entre pensamento, emoção e comportamento (esquizo/cisão e frenia/mente). Em 2004, no Japão, o vocábulo foi alterado de Seishin-Bunretsu-Byo (doença da mente dividida) para Togo-shitcho-sho (desordem de integração).
É uma patologia encarada não como uma moléstia singular, mas como uma coligação de enfermidades muito abrangente, cujos mecanismos etiopatogênicos o arsenal não se esgotou. É uma doença com vários componentes fisiológicos (3) e espirituais, com a presença acentuada de alucinações e delírios.
É urgente todo o cuidado com posicionamentos extremados e fanatizados de psiquiatras e espiritualistas tendenciosos, a observarem os quadros psicopatológicos apenas sob um ponto de vista (médico ou religioso). Para a fileira ortodoxa e céptica da medicina psiquiátrica, as alucinações seriam fruto de lesões de áreas fisiológicas. O médico especialista espírita assegura, no entanto, que o pensamento “materializa” em torno da pessoa imagens ajustadas ao seu campo mental, que quando são repetitivas e de amplo vigor, aparecem sob formas-pensamentos (“pensamentos materializados”) que muitas vezes assemelham-se a entes ou existências reais que, por não ser um componente do palco analítico dos pesquisadores ortodoxos, é um fenômeno avaliado como ilusório.
Sabe-se que os pensamentos sobrevêm da região do córtex pré-frontal dorsolateral, onde são cometidos os planos e as opções das múltiplas ações imagináveis da criatura. Sob o ponto de vista espírita, “o pensamento é um atributo do espírito, sendo portanto uma ação da própria essência do ser.(4) Os Benfeitores esclarecem que “a partícula do pensamento, embora viva e poderosa na composição em que se derrama do espírito que a produz, é igualmente passiva perante o sentimento que lhe dá forma e natureza para o bem e o mal”.(5)
Em tese, entender o que realmente é a mente e, por decorrência, a consciência, faz-se presentemente o maior desafio científico. Para Emmanuel, “a mente é o campo da nossa consciência desperta, na faixa evolutiva em que o conhecimento adquirido nos permite operar”.(6) André Luiz profere que “a mente transmite ao carro físico, a que se ajusta durante a encarnação, todos os seus estados felizes ou infelizes.(7)  Perante a Lei de Causa e Efeito, qualquer doença da mente guarda a sua origem profunda no Espírito que delinquiu e que se torna subordinado a um corretivo. Padecem dessa forma no corpo físico disfunções de órgãos afetados que o impedem de se manifestar de modo pleno.
Meio século atrás, o diagnóstico de esquizofrenia era sinônimo de cerceamento social, internamento em hospitais psiquiátricos (manicômios) ou asilos, onde os pacientes permaneciam durante longos anos. No fastidioso período da Idade Média, a problemática mental era encarada como resultado da presença demoníaca. O desconhecimento quase que completo levou à busca de tratamentos dolorosos aos dementes.
Nas eras pós-medievais executava-se a trepanação (matriz das modernas lobotomias), que consistia em fazer nos pacientes perfurações cranianas de 2,5 a 5 cm de diâmetro, sem anestesia ou assepsia adequada. Os “doutores” buscavam, à época, remover a pierre de folie (pedra da loucura) que imaginavam existir nos cérebros dos insanos. Ainda hoje a diagnose da enfermidade tem sido apontada como excluída de legitimidade científica e ou credibilidade, e, em regra geral, a validade dos diagnósticos psiquiátricos tem sido objeto de críticas persistentes.
Em meados do século XX a intensa psiquiatrização dos tratamentos foi reforçada com o advento dos primeiros fármacos, caracterizando-se pelo uso abusivo e indiscriminado, tornando a doença mental crônica e incapacitante. Julgava-se que a moléstia era incurável e que se convertia, obrigatoriamente, em uma enfermidade recorrente e para toda a vida. Hoje, contudo, sabe-se que uma boa porcentagem de pessoas que sofrem desse transtorno pode recuperar-se por completo e levar uma vida social normal, como qualquer outra.
Em que pese os argumentos dos psiquiatras fiéis aos princípios mecanicistas, afirmando que no processo terapêutico o máximo que se consegue é obter controle dos sintomas com os antipsicóticos, é importante salientar o espectro abrangente e multifacetado do ser humano. Destarte, os recursos da terapêutica incorpórea podem e devem ser levados em consideração como todas as demais grandezas do experimento humano. A mediunidade, por exemplo, “é uma experiência que pode nos revelar muito sobre o funcionamento da mente e sua relação com o corpo.”(8)
Há desencarnados maléficos que “cercam suas vítimas [médiuns] encarnadas formando perturbações que se pode classificar como “infecções fluídicas” e que determinam o colapso cerebral com arrasadora psicose”.(9) É, sem dúvida, um processo composto de natureza espiritual, fisiológica e obsessiva,e com alcances psicossociais. Não há nenhuma razão para que se desaprovem os procedimentos espíritas na terapêutica dos casos evidentes de obsessão e auto-obsessão.
A despeito de persistirem conflitos entre a ala ortodoxa da Psiquiatria e o Espiritismo, os psiquiatras espíritas sustentam o diálogo entre corpo e espírito. Sabem eles que corpo físico é apenas o envoltório do Espírito. No mecanismo reencarnatório, “o Espírito conserva os atributos de natureza espiritual, e [naturalmente] o exercício das faculdades do Espírito depende dos órgãos que lhes servem de instrumento.”(10) Indispensável portanto nesses casos, o habitual tratamento espírita com alicerce nos ensinamentos dos Espíritos Superiores, que, segundo acreditamos, em breve, fatalmente, constará nas recomendações médicas para a terapêutica de todas e quaisquer enfermidades.
A bem da verdade, “a ciência precisa distinguir as causas físicas das causas morais, a fim de poder aplicar às moléstias os meios correlativos.” (11)Observando que cada caso é um caso, Allan Kardec cita que “muitos epilépticos ou loucos, que mais necessitavam de médico que de exorcismos, têm sido tomados por possessos.”(12) Contudo, uma experiência reencarnatória, onde memórias de vidas passadas podem apresentar-se à criatura, facilita ou dificulta determinadas provas existenciais, percebidas como psicopatias. O Codificador instrui adiante que “Espíritos malignos enxameiam ao redor da Terra. Sua ação perversa faz parte dos flagelos aos quais a Humanidade está exposta. Há desordens psicopatológicas que são consequências de vidas pregressas e contra as quais pouco auxiliam exclusivamente os tratamentos médicos, enquanto subsiste a causa originária. A doença mental igualmente deve ser encarada como reflexo de erros assumidos no passado. Um histórico de disputas e relações não resolvidas envolvem vítima e algoz [obsessão], agora em papéis invertidos.”(13)
Em boa lógica, a instituição espírita deve respeitar as orientações dos profissionais da área de saúde, evitando equívocos tais como fazer diagnósticos, trocar e/ou suspender medicamentos e, às vezes, tornar o quadro clínico dos enfermos mais grave do que se apresenta. A terapêutica espiritual oferecida pelo Centro Espírita não dispensa terapêutica médica. A Doutrina Espírita, coligada às ciências médicas (no caso a psiquiatria), poderão se entender não se desmentindo, porém de mãos dadas, marchando em parceria, procurando todos os expedientes disponíveis no sentido de exterminar a agonia do paciente.
Ressalte-se que nas obsessões pertinazes (subjugações) a influência das entidades espirituais sobre as pessoas tende a levá-las ao quadro psicopatológico de alucinação e demência. Registra a história que Nabucodonosor II, rei dos Caldeus, sofreu com a licantropia; Calígula e Gengis-Khan demonstraram aberrações obsessivas e psicóticas; Nietzsche, sob o guante dos obsessores, perambulou pelos asilos de alienados; Van Gogh, insano, cortou as orelhas e as enviou de presente para sua musa inspiradora; Schumann, notável compositor, foi internado num hospício; Edgar Allan Poe tinha visões aterradoras e sucumbiu arrasado pelo alcoolismo.
O Espírito Emmanuel narra em “Mecanismos da Mediunidade” que “em Roma, no templo de Minerva, Pausânias, ali condenado a morrer de fome, passou a viver, em Espírito, monoideizado na revolta em que se alucinava, aparecendo e desaparecendo aos olhos de circunstantes assombrados, durante largo tempo. Nero, nos últimos dias de seu reinado, viu-se fora do corpo carnal, junto de Agripina e de Otávia, sua genitora e sua esposa, ambas assassinadas por sua ordem, a lhe pressagiarem a queda no abismo. Os Espíritos vingativos em torno de Calígula eram tantos que, depois de lhe enterrarem os restos nos jardins de Lâmia, eram ali ‘vistos, frequentemente, até que se lhe exumaram os despojos para a incineração.”(14)
Apesar de poucos informes científicos, há sobejas evidências de que a ação obsessiva (caracterizada por projeções, canalizações e interferências de fluidos sinistros) exerce papel de relevo na fisiopatogenia das várias doenças, no corpo físico e espiritual e, às vezes, evoluindo com quadros gravíssimos. Assevera o Espírito Manoel Philomeno que “a obsessão, sob qualquer modalidade que se apresente, é enfermidade de longo curso, exigindo terapia especializada, de segura aplicação e de resultados que não se fazem sentir apressadamente.”(15) O médico Bezerra de Menezes certificou que “a ação fluídica do obsessor sobre o cérebro, se não for removida a tempo, dará, necessariamente, em resultado, o sofrimento orgânico daquela víscera, tanto mais profundo quanto mais tempo estiver sob a influência deletéria daqueles fluidos.” (16)
Longe de sugerir aos pacientes portadores de anomalias mentais a abdicação dos fármacos indicados pelos psiquiatras, recomendamos igualmente o passe magnético (polarização de fluidos magnéticos visando a dissipação das energias nocivas). Indicamos, além disso, a água magnetizada (fluidificada), que é de grande eficácia para o reequilíbrio das estruturas neurológicas, considerando que no líquido vital são introduzidos fluidos impregnados das emanações magnéticas derivadas das irradiações de minerais, vegetais, animais e humanas. Há ainda os recursos do atendimento fraterno, da desobsessão, da oração e, vale aqui lembrar, do receituário homeopático, como ajudantes do tratamento.
Há outro recurso medicamentoso extraordinário – a implantação do Culto do Evangelho no Lar dos pacientes – considerando a oportunidade de leitura do Evangelho e a reflexão sobre seu conteúdo. No diálogo do Evangelho no lar, estima-se o convite para abandono de viciações e paixões inferiores, valoriza-se a vigilância do desejo, das palavras e das atitudes e muitos outros recursos poderosos que aos poucos vão aperfeiçoando a saúde integral do homem moderno.
Jorge Hessen
http://jorgehessen.net
Referências bibliográficas:

(1)           Alexander Moreira de Almeida é médico e doutor em psiquiatria pela USP – Universidade de São Paulo, coordenador do NEPER – Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e diretor técnico e clínico do HOJE – Hospital João Evangelista.
(2)             acesso em 06/01/2013
(3)           As atividades cerebrais são reguladas pelos neurotransmissores (substâncias químicas secretadas pelos neurônios) e já foram identificados aproximadamente cinquenta deles. Alguns neurotransmissores vêm sendo colocados na implicação da fisiopatologia da doença, tais como a serotonina , noradrenalina e a dopamina. Este último controla os graus de excitação de várias regiões cerebrais. Os níveis elevados deste dopamina parecem estar associados ao surgimento da esquizofrenia e dos processos alucinatórios e delirantes. 
(4)           Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, RJ: Ed. FEB , 1999, perg. 89
(5)           Xavier, Francisco Cândido e Vieira Waldo. Evolução em Dois Mundos, Ditado pelo Espírito André Luiz, RJ: Ed. FEB 2003
(6)           Xavier, Francisco Cândido. Pensamento e Vida, ditado pelo espírito Emmanuel, RJ: Ed FEB, 4ª edição, 1975.
(7)           Xavier, Francisco Cândido e Vieira Waldo. Evolução em Dois Mundos, Ditado pelo Espírito André Luiz, RJ: Ed. FEB 2003
(8)           Alexander Moreira de Almeida é médico e doutor em psiquiatria pela USP – Universidade de São Paulo, coordenador do NEPER – Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e diretor técnico e clínico do HOJE – Hospital João Evangelista. acesso em 06/01/2013
(9)           Xavier, Francisco Cândido e Vieira Waldo. Evolução Em Dois Mundos, ditado pelo Espírito André Luiz, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 2000
(10)         Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, RJ: Ed. FEB , 1999, parte II, capítulo VII
(11)         Menezes Adolfo Bezerra de. A Loucura sob um Novo Prisma, RJ: Ed FEB, 2ª edição, 1987
(12)         Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, RJ: Ed. FEB , 1999– parte 2ª, cap IX, pergunta 474
(13)         Allan. “Estudos sobre os possessos de Morzine”, in Revista Espírita, São Paulo: Edicel, dezembro de 1862; Janeiro, Fevereiro, Abril., Maio. 1863
(14)         Xavier, Francisco Cândido. Mecanismos da Mediunidade, ditado pelo espírito André Luiz, apresentação de Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1996
(15)         Franco, Divaldo Pereira. Nos Bastidores da Obsessão, Ditado pelo Espirito Manuel Philomeno de Miranda, RJ: Ed. Feb , 1995, 7a edição.
(16)         Menezes, Adolfo Bezerra de Menezes – A Loucura sob um Novo Prisma, 2ª edição, 1987, FEB-RJ
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Arquivo do blog

Divaldo Pereira Franco

Envie e-mails: ffdsbgde@gmail.com 

01-Divaldo Franco - A SOLIDÃO - Os Quatro Gigantes Da Alma!
https://youtu.be/X6bK1AArp6Q


02-Divaldo Franco - 4° Congresso Espírita Mundial - Mensagem de Bezerra de Menezes
https://youtu.be/cIaoOfvzhGE

03Divaldo Franco - Jesus, o Pacificador - 16/10/2000 - 10/1995
https://youtu.be/5WKmOzVzCuw

04Divaldo Franco falando com familiares de desencarnados - TV Gazeta
https://youtu.be/dzRCDMW9yhA

05-Divaldo Franco - Conversão Íntima
https://youtu.be/HFp1t2uQ3IU

06-Divaldo Franco - A humanidade do 3° Milênio - Espiritismo; uma proposta para uma sociedade feliz
https://youtu.be/bGpLe3OGS7Q

07-Divaldo Franco - Do Inconsciente ao Consciente
https://youtu.be/HsVCF60TVnM

08-Pasmem os senhores - Irmão X - Divaldo Franco
https://youtu.be/CGsxMlA5j9s

09-Divaldo Pereira Franco : A Lei Moral , Evolução e Transição.
https://youtu.be/F2nzV0PLv5Y

10-Divaldo Pereira Franco : vivência do dia a dia
https://youtu.be/xBE4Qefzxs4

11-Divaldo Pereira Franco : Conversas espirituais
https://youtu.be/rBxOMmRYe3M

12-Palestra Divaldo Franco Centro Espírita Perseverança Dona Guiomar - SP
https://youtu.be/JP1NJOwMyYs

13-Palestra - Agressividade - Divaldo Franco
https://youtu.be/sNP-BWr-Arg

14-Divaldo Franco - Cura - Te Pela Mente, Consciência, Saúde Mental 
https://youtu.be/ucuK5In8fVM


15-Divaldo Franco - Você É Aquilo Que Acredita Que Pode Ser Pt.1
https://youtu.be/96Vfb5WE1YU

16-Divaldo Franco - Motivação Para Sermos Felizes, Égo, Negação, Compaixão Pt.4
https://youtu.be/IbsR1ReLfYA

17-Divaldo Franco - Somos Aquilo Que Pensamos, Finalidade Da Vida Pt.2
https://youtu.be/bUQ2DORyO14

18-Divaldo Franco - Vivemos Na Perdição Do Consumismo Do Ter e Se Perdeu O Sentido Da Vida!
https://youtu.be/1KN4fncvv7I

19-Divaldo Pereira Franco : Primeira Palestra 2017
https://youtu.be/QqpnUi44cO8


20-Relação Ao Futuro Crise Do Brasil 2017, Como Devemos Enfrentar? Divaldo Franco -
https://youtu.be/rUYSWzmdj68

21-Como Se Libertar De Espíritos Inferiores Divaldo Franco
https://youtu.be/0Ahay48c_uA

22-Os espíritos que voltarão a reencarnar na Terra (Divaldo Franco)
https://youtu.be/PVXWp_hlbeM

23-As vidas de Joanna de Angelis por Divaldo Franco - documentário en HD (subtitulos en español)
https://youtu.be/GfPeqAimn8A

24-Divaldo Franco - Reencarnação Nascimento De Crianças Da Nova Era Finalidade?
https://youtu.be/kZ7_oLnz_MM

25-Divaldo Franco - Como Se Libertar Do Câncer, Pensamento, Depressão, Suicídio, Doença,Tristeza!
https://youtu.be/rhffiBB8ops

26-Divaldo Franco - Doenças Incuráveis Começa Na Alma e Deve Ser Tratada Na Alma!
https://youtu.be/Vh_NZPfZKRQ

27-Divaldo Franco - Médico Materialista Relata A Colônia Espiritual e o Umbral!
https://youtu.be/vit7jEHNyC8

28-Divaldo Franco - Médico Ateu Que Viu Seu Guia Espiritual E Teve Um Choque! SEMINÁRIO Pt.2
https://youtu.be/MNa4lMzmRnE

29-Entrevista Completa - Divaldo Franco no Jô - 02/09/2016
https://youtu.be/6w-XtpCUQV8

30-Divaldo Franco - Vida De Chico Xavier e Casos ENGRAÇADOS De Divaldo!
https://youtu.be/-gQn16WGwzo

31-Divaldo Franco - Céu e Inferno, Justiça Divina, Ciência E Espiritismo!
https://youtu.be/MJFO1mVfPp4


32-Divaldo Franco - Medo De Amar e Ser Traído, Jogo De Fazer e Receber!
https://youtu.be/K0vDD8CT8_U


33-Divaldo Franco - As Pessoas Se Apaixonam Pela Aparência e Não Pelo Conteúdo! Outros Assuntos!
https://youtu.be/bHkTZyG4918

34-DIVALDO FRANCO NA IRLANDA
https://youtu.be/Dx4UGa_5CoE

35-TODA HISTÓRIA TEM UM COMEÇO. - DIVALDO FRANCO
https://youtu.be/CgdI5uqavzs

36-Palestra - Metas da Vida - Divaldo Franco
https://youtu.be/ZuL5L68LTzc

37-Palestra - Transtorno de Afetividade, Pessoas Corajosas, Sucesso... - Divaldo Franco
https://youtu.be/gxpLfh3bVLk

38-Palestra - Conceito da gratidão, saúde, mágoa, auto destruição, milagres, Intuição - Divaldo Franco
https://youtu.be/HhDzrlbpN2E

39-Divaldo Franco - O Poder Da Oração!
https://youtu.be/b-KqLnUv0Rs

40Palestra - Momentos Na Vida Que Somos Surpreendidos! - Divaldo Franco
https://youtu.be/Lo1__FNgIn8

41-Palestra - A mudança em nossos planos reencarnátorios - Divaldo Franco
https://youtu.be/HMDDtHOerR4

42-Palestra - Metas da Vida - Divaldo Franco
https://youtu.be/ZuL5L68LTzc

43-Palestra - Aprenda a se amar sem egoismo - Divaldo Franco
https://youtu.be/niUmiUe9enM

44-Em busca de paz e equilíbrio - Divaldo Pereira Franco -
https://youtu.be/sf_Bvx-ZHjg

45-Divaldo Franco Como Se Libertar Da Tristeza, Melancolia e Como Superar A Perda De Entes Queridos?
https://youtu.be/F3zQWUXLENc

46-Divaldo Franco - Entrevista no Programa Mais Você
https://youtu.be/xpSkrWHsn-k

47-Divaldo Franco - Como Se Libertar De Doenças E Ter Saúde !
https://youtu.be/XhfBfOKAY_4

48-Divaldo Franco: Quem é Você?
https://youtu.be/-Av_7eN9sn4

49-Em Busca da Felicidade
https://youtu.be/Oal1-K5D720

50-Divaldo Franco - Perguntas Gerais - Parte 1
https://youtu.be/R5QlJMzwARE

51-Divaldo Franco - Mal Olhado e Feitiçaria
https://youtu.be/mmuasoLPzjQ












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"Para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim.

Ou são ramos da mesma árvore majestosa.

Portanto, são todas verdadeiras."


Mahatma Gandhi


Muita paz, muita luz a todos!

Grandes médiuns e espíritas no mundo

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MOMENTO ESPÍRITA - TEXTOS

Uma Grande Família



“Somos uma grande família dispersa em diversos setores de trabalho com o Espiritismo por nossa bênção de luz. Hoje cada qual de nós permanece em linha particular de luta, mas amanhã estaremos todos novamente reunidos na Vida Real, apresentando, cada qual de nós, a soma dos esforços que levou a efeito para nos desincumbirmos dos sagrados deveres com que fomos agraciados, não é mesmo?”

Chico Xavier – Trecho de carta a D. Neném Aluotto (ex-presidente da União Espírita Mineira) – 08/03/1959.

Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita

Áudio Livro - O Livro dos Espíritos