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TARDE DE AUTÓGRAFO - para o lançamento do livro: “Leila – A filha do Charles”





Convidamos os clientes e amigos para uma tarde de autógrafo com Denise Corrêa de Macedo, para o lançamento do livro: “Leila – A filha do Charles” – A História não revelada de Yvonne A. Pereira, pelo espírito Arnold de Numiers. Dia e Horário: 16 de Setembro das 16h às 18h Local: Livraria Espírita Joanna de Angelis.



Rua do Catete, 347 Loja 11 – próximo ao Largo do Machado
(21) 3259-9901 / 2265-2065 - Rio de Janeiro – RJ  
e-mail : livespja@yahoo.com.br
https://www.livrariaespiritaja.com.br/

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Boa noite amigos,

Solicitamos o apoio dos companheiros para que possamos continuar a prestando nossos serviços na área de transmissões ao vivo através de servidor próprio que mantemos mensalmente. Notamos que a crise atingiu a todos, e que apenas um pequeno grupo, ou seja poucos colaboram. Tudo que pagamos é em dólar. Nosso site presta um trabalho voluntário, e nunca visou ter ganhos e intenções de vivermos desse trabalho. Oferecemos tudo gratuitamente.

Espaço de armazenamento de áudios, anuidade do site (que pagamos este mês de agosto), mensalidade do servidor de transmissão, contas de internet móvel para transmissões, anuidade dos player de vídeos, espaço no Google, plantaformas de estudos pagas no Hangouts, etc, etc são algumas das despesas que temos. Sem contar que não temos veículo próprio e usamos o nosso sempre para cobrir eventos.

Quem puder colaborar, ficaremos agradecido, pois ninguém é obrigado, mas isso é espontâneo, vem do coração de cada um. Imagine se cada um dos membros cadastrados, cerca de quase 46 mil depositassem 1 real todo mês, isso daria até pra comprar equipamentos melhores, investir em melhoramentos do site, contratar um funcionário, criar outras coisas, etc.

Mas isso não acontece, poucos leem os e-mails que enviamos e só enviamos pela necessidade, e poucos colaboram, mas muito pouco. Teve um ano que pedi colaborações e muitos ajudaram que no final sobrou dinheiro e pude comprar um notebook para realizar transmissões ao vivo.

Então que Jesus nos ampare e ilumine nossos propósitos no bem e que possamos prosseguir sempre juntos.

Não iremos abater diante do que atravessamos, sigamos em frente.

Quem puder colaborar, acesse e faça a sua contribuição e muito obrigado pela atenção:

http://amigoespirita.ning.com/page/colabore

Fraternalmente,

José Aparecido

Criador e Administrador da RAE

Visite REDE AMIGO ESPÍRITA em: http://www.redeamigoespirita.com.br/?xg_source=msg_mes_network

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sábado, 27 de agosto de 2016

Espiritismo, doutrina religiosa, sem dogmas propriamente ditos, sem liturgia, sem símbolos, sem sacerdócio organizado, o Espiritismo adota uma Filosofia espiritualista.




Espiritismo, doutrina religiosa, sem dogmas propriamente ditos, (Muitos espíritas falam do que não sabem, o espiritismo está cheio de pseudo-sábios.
O espiritismo tem dogmas sim. O que não sabem é fazer a distinção. Entre um dogma filosóficamente falando, e os dogmas teológicos. Esses é que criam problema para nós. Dogma é qualquer ponto fundamental de uma Doutrina. Dogmas são o fundamento.
Quer saber mais sobre o assunto assista o vídeo:https://youtu.be/rQyqmfx_SIU) sem liturgia, sem simbolos, sem sacerdócio organizado, o Espiritismo adota uma Filosofia espiritualista. Quando Allan Kardec codificou a Doutrina Espírita, houve por bem criar os vocábulos Espiritismo, para designar a doutrina propriamente dita, e espírita ou espiritista, para identificar os adeptos do Espiritismo. Afirmou, então, o Codificador que para designar coisas novas é imprescindível criar termos novos, pois assim o exige a clareza da linguagem, para evitar a confusão inerente à variedade de sentidos da mesma palavra.
Numerosas religiões tradicionais são alicerçadas no Espiritualismo, porém o Espiritismo difere da grande maioria delas porque consagra princípios que elas repelem, por conflitarem com seus dogmas, principalmente a Reencarnação, a Pluralidade dos Mundos Habitados e a Doutrina das Penas Eternas.
Quem quer que acredite haver em si algo mais que a matéria é Espiritualista, uma vez que o Espiritualismo é o oposto do Materialismo.
O Espiritismo é Filosofia, Ciência e Religião e, como tal, ele não veio para destruir ou combater as demais religiões, mas sim para ajuda-las na comprovação da imortalidade da alma.
Os princípios básicos da Doutrina Espírita são: A existência de Deus; A pluralidade das existências; A preexistência e persistência eterna do Espírito; A intercomunicação entre encarnados e desencarnados; Recompensas e penas como conseqüência natural dos atos praticados; Progresso infinito, comunicação universal entre os seres.
Os nomes Espiritismo e Espírita têm sido indevidamente usados por outros agrupamentos espiritualistas, autênticos movimentos paralelos. Aqui cumpre esclarecer que a doutrina Espírita é fundamentalmente diferente de qualquer outra ramificação religiosa, pois é uma doutrina religiosa sem dogmas propriamente ditos, sem liturgia, sem símbolos, sem sacerdócio organizado. Ao contrário de quase todas as demais religiões, não adota em suas reuniões e em suas práticas.

Paramentos ou quaisquer vestes especiais; Bebidas alcoólicas, chás, beberagens quaisquer; Incenso, mirra, fumo, ou substâncias outras que produzam fumaça; Altares, imagens, andores, velas e quaisquer objetos materiais como auxiliares; Hinos ou cantos em línguas mortas ou exóticas; Danças, procissões ou atos análogos; Pagamentos por toda e qualquer graça conseguida para o próximo; Pagamento de dízimo; Talismãs, amuletos, orações miraculosas, bentinhos ou quaisquer objetos e coisas supostamente portadoras de poderes; Atender a interesses materiais, terra a terra, rasteiros ou mundanos; Administração de sacramentos, concessões de indulgências, distribuição de títulos hierárquicos ou nobiliárquicos; Confeccionar horóscopos, exercer a cartomancia, a quiromancia, a astromancia afins; Rituais e encenações extravagantes, de modo a impressionar o público; Termos exóticos ou heteróclitos para a designação de seres ou coisas; Fazer promessas e despachos, riscar cruzes e pontos, praticar, enfim, a longa série de atos materiais, oriundos das velhas e primitivas concepções religiosas. Com base, pois, no que foi descrito e no quadro apresentado, chega-se à conclusão de que todo espírita é necessariamente espiritualista, mas nem todos os espiritualistas são espíritas. Às vezes, uma explicação como esta basta para esclarecer dúvidas, porém sabemos que, para algumas pessoas que não têm olhos de ver, a diferença persistirá porque assim decidiram. Que Deus nos proteja, agora e para sempre..

Com base, pois, no que foi descrito e no quadro apresentado, chega-se à conclusão de que todo espírita é necessariamente espiritualista, mas nem todos os espiritualistas são espíritas. Às vezes, uma explicação como esta basta para esclarecer dúvidas, porém sabemos que, para algumas pessoas que não têm olhos de ver, a diferença persistirá porque assim decidiram. Que Deus nos proteja, agora e para sempre.

Biscoito de barro. No Haiti. É feito com água que não é potável, um pouco de sal para dar gosto e manteiga para dar gosto, e terra.

O biscoito e o barro Para evidenciar ainda mais a miséria que assola o Haiti, algo quase inacreditável. Numa das ruas de Ti Haiti, encontramos uma mulher com algumas crianças na volta produzindo o chamado Biscoito de Barro. É feito com água que não é potável, um pouco de sal para dar gosto e manteiga para dar gosto, e terra. 
http://gaucha.clicrbs.com.br/rs/noticia-aberta/o-contraste-da-maioria-miseravel-com-a-minoria-rica-no-haiti-127926.html

Fanatismo e tolerância

É natural que nas nossas escolhas, nas nossas andanças, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pareça adequada.
É compreensível que a escolha religiosa de cada um de nós tenha um caráter próprio e pessoal, que mais concorde com nossa visão de mundo e de Deus.
Assim também escolhemos o partido político, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pareça o melhor, e que tenha mais significado para nós.
Como temos histórias de vida diferentes, percepções de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de nós faz suas escolhas externas em coerência com aquilo que já conquistou intimamente.
Dessa forma, mesmo que não concordemos com a opção de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situação jamais possa ser nossa escolha, para alguém isso pode ser o melhor.
Portanto, compreender que não serão todos que aceitarão a nossa religião como a melhor, que verão nossa profissão como a mais acertada escolha ou que conseguirão entender nossas opções, tudo isso faz parte da vida.
Todas as vezes que tentarmos forçar alguém a pensar como nós, entraremos em campo perigoso.
Quando somos intolerantes com as opções distintas das nossas, quando não vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.
O próximo passo, seguido à intolerância, será certamente o do fanatismo.
Quando não conseguimos aceitar as opções alheias, não conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a única verdade e a única opção lícita e saudável.
Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religião, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se convençam da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela é nossa e de mais ninguém.
Disso concluímos que não nos cabe impor a ninguém nossa crença, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.
*   *   *
Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretensão ou arrogância, como se o nosso caminho fosse o único que conduz para a felicidade, para o bem-estar.
Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos não só a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de autoafirmar nossas crenças.
Numa sociedade tão diversificada como a nossa, pratiquemos a tolerância e a compreensão para com o próximo.
Mesmo as opções errôneas que o outro, porventura, tenha feito, serão lições preciosas para seu aprendizado, que talvez não ocorressem se não fosse de tal maneira.
Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as opções que nos levem à felicidade, à paz e à consciência tranquila.

Redação do Momento Espírita.
Em 25.08.2012.

Tesouro da felicidade

Ali Rafed era um homem que se dizia feliz, vivia na Pérsia, hoje Irã. Considerava-se feliz porque amava uma mulher e com ela havia se casado. Tinha filhos e plantara árvores.
No seu conceito de fiel seguidor do livro sagrado, o Alcorão, ele fizera tudo o que uma pessoa deveria fazer em sua vida.
Certo dia, um homem, trajado com muita simplicidade, passou por suas terras e lhe pediu asilo.
Ali Rafed o recebeu, alimentou-o e o abrigou. Ao se despedir, na manhã seguinte, o pedinte lhe perguntou se ele se considerava feliz.
Como o anfitrião sorrisse afirmativamente, ele perguntou:
Tens diamantes?
Não, respondeu Ali Rafed. Nem sei o que são.
O homem sacudiu os ombros, reiniciando a sua jornada e falou: E pretendes ser feliz, se não tens diamantes e nem sabes o que são?
A partir de então, Ali Rafed se tornou angustiado. Depois de muito perguntar, alguém lhe disse que diamantes eram pedras preciosas, normalmente encontradas nas nascentes dos grandes rios, como o Nilo e o Eufrates.
Pediu, então, ao seu cunhado que cuidasse da esposa e dos filhos. Deu-lhe metade de sua propriedade e vendeu a outra parte.
Depois partiu, procurando por diamantes. Andou por terras distantes, por anos e anos. Perdeu todos os haveres que havia levado. Finalmente, morreu doente perto de Barcelona, na Espanha.
Mas, dez anos depois de Ali Rafed ter deixado sua propriedade, mulher e filhos, o homem de roupas rasgadas tornou a passar por ali.
Encontrando o novo proprietário das terras, perguntou pelo antigo e teve notícias de suas aventuras em busca das pedras preciosas.
Pediu hospedagem por aquela noite. Após o jantar, enquanto descansava em uma cadeira, na sala, o homem ergueu os olhos e foi atraído por algumas pedras maravilhosas que enfeitavam a lareira.
Aproximou-se, tocou-as e seu olhar brilhou mais que todas elas. Perguntou ao dono da casa onde conseguira aquelas pedras. Eram diamantes!!!
Ora, disse o outro, no córrego que atravessa minhas terras.  Aquele mesmo onde bebem as cabras.
Quando amanheceu o dia, o homem já alcançara o córrego e descobrira a maior mina de diamantes do mundo: a mina de Golkonda, que brindou o mundo com extraordinários diamantes como o Koinorr e o príncipe Orloff.
*   *   *
Na ânsia de buscar felicidade, o homem, por vezes, se parece com Ali Rafed. Desconsidera o que tem nas mãos, o que usufrui e sai em busca de ilusões.
Não se apercebe que os maiores tesouros, aqueles que lhe deverão conferir felicidade, são justamente a paz de consciência pelo dever cumprido, a bênção do afeto dos familiares, o trabalho que lhe propicia o prazer de autossustentar-se, a possibilidade do estudo e da experiência bem vivida.
Felicidade, em verdade, não é ter coisas, mas é um estado de tranquilidade íntima e paz de consciência.

Redação do Momento Espírita, com base na palestraFloresça onde for plantado, de Divaldo Pereira Franco.
Em  1.4.2013.

Uma jornada diferente

Há mais de dois mil anos, alguns homens seguindo seus estudos, sua fé e sua intuição, decidiram viajar.
Planejaram uma jornada de centenas de quilômetros, para conhecer uma criança de origem humilde e que acabara de nascer em terras distantes.
Não foi uma viagem qualquer, mas uma longa jornada, feita no lombo de camelos, sem conforto, sem direção totalmente definida,sem pousada certa, com noites ao relento.
O que os movia? A fé de que algo especial os esperava ao final de seu destino. A direção? Seguiam uma estrela, que os guiava, e confiavam em sua intuição.
Não desistiram, não se deixaram vencer pelo cansaço ou pela incerteza. Foram até o fim, e, seu esforço foi recompensado!
Eles tiveram a grande felicidade de conhecer o recém-nascido Jesus! E, diante da superioridade daquele Espírito, puseram-se em adoração, sem nenhuma dúvida sobre quem Ele era, tal a fé que os movia.
Levaram, de volta às suas terras, a boa notícia, e encheram de esperança a muitos que não conheceriam pessoalmente Jesus, mas que ficaram felizes, por sabê-Lo, finalmente, entre nós.
Poderiam esses sábios, conhecidos como magos, enviar alguém no lugar deles para, depois, fazerem uma viagem mais segura e com destino mais certo?
Obviamente, mas não quiseram.
Abriram mão de seu conforto, da segurança de suas casas, de seu trabalho e seguiram sua intuição com coragem e determinação.
Hoje, passados tantos anos, com certeza, a viagem seria bem mais fácil: avião, bons hotéis, alimentação certa, agendamento prévio por email, informações precisas no GPS, ou no celular.
E mesmo assim: quem de nós iria? Quem de nós faria uma viagem apenas para conhecer uma criança pobre, seguindo apenas nossa intuição? Façamos uma análise do quanto realmente gostaríamos de conhecê-Lo.
Mas Jesus, na Sua imensa bondade, facilitou esse encontro: na Sua breve passagem, pela Terra, como homem, deixou para nós uma mensagem, que está ao alcance de todos onde quer que estejamos: o amor.
Para conhecê-Lo, não precisamos de longa viagem, mas, sim, de uma grande modificação interior. Basta que aprendamos a amar.
É preciso que deixemos de lado o egoísmo, que aprendamos a ser solidários, que descubramos a caridade.
Não precisamos abandonar o conforto dos nossos lares, mas aprender a fornecer conforto a outros. Não precisamos passar noites ao relento, mas podemos evitar que muitos passem. Podemos seguir a Estrela Guia da Caridade e do Amor.
Não, não basta apenas conhecer Sua história, e falar sobre Jesus. O importante mesmo é colocar Sua mensagem de maneira prática em nossas vidas e, então, O conheceremos.
Cada um tem seu tempo e seu ritmo.  Deus nos oferece numerosas vidas para esse aprendizado. O importante é começar e não desistir, tal qual fizeram os Magos.
Sim, podemos, cada um de nós, ao seu modo, ser como um dos Magos, que procura Jesus por estradas tortuosas, que se perde, mas retorna ao caminho, que cansa mas não desiste.
         Até que, enfim, como recompensa pelos nossos verdadeiros esforços, possamos dizer:Sim, agora eu conheço nosso querido e incomparável amigo Jesus.
Redação do Momento Espírita.
Em 27.03.2009.

Seja

Seja Bem Vindo!




"Para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim.

Ou são ramos da mesma árvore majestosa.

Portanto, são todas verdadeiras."


Mahatma Gandhi


Muita paz, muita luz a todos!

Grandes médiuns e espíritas no mundo

Grandes médiuns e espíritas no mundo
Great Spiritualists and Friends

MOMENTO ESPÍRITA - TEXTOS

Uma Grande Família



“Somos uma grande família dispersa em diversos setores de trabalho com o Espiritismo por nossa bênção de luz. Hoje cada qual de nós permanece em linha particular de luta, mas amanhã estaremos todos novamente reunidos na Vida Real, apresentando, cada qual de nós, a soma dos esforços que levou a efeito para nos desincumbirmos dos sagrados deveres com que fomos agraciados, não é mesmo?”

Chico Xavier – Trecho de carta a D. Neném Aluotto (ex-presidente da União Espírita Mineira) – 08/03/1959.

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Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita